sábado, 12 de março de 2011

O suicida do Bar, ou O suicida do amor

Contarei a hisotria de um homem que encontrei em uma de minhas viagens por esse mundo a fora e, é mais ou menos assim:

O bar esta ficando vazio e, eu ainda aqui com esse whisky barato, que não acaba que desse como um juiz de mim mesmo me condenando de todos os meus atos aquela moça, aquele olhar, aquele toque, aquele cheiro, aquele tom, aquele ser que tanto me ludibriava e que depois das brigas bastava um sorriso ou um simples balançar das mãos para mi ter aos pés dela novamente, com aquele sorriso que congelava todo o tempo a minha volta, com aquele olhar que me lembravam os peixes de um lago da minha infância, aquele simples Jeito tão complicado que tirava minhas horas de sono e tudo isso me deixava, incapaz de fazer algo a não ser que fosse para servir aquela, moça, a única que me fazia correr noites e dias pra ter mais tempo para com ela, ela e somente ela me levava a crer que o mundo poderia acabar-se em sangue que apenas queria estar a seu lado, mais como sempre meu mal humano de errar me levou a lastima do fim, e estou aqui esperando as horas passar, falando com um estranho me lamentando que ela enquanto gerava um ser, complicações externas da natureza a levaram ao nivelamento mortal, e eu já não sei a onde ir, meu rumo se foi, minha vida sucumbiu em dores, e morrer já me parece a melhor opção.

depois daquela conversa de não mais de cinco minutos, pois me relatava com muita pressa ele levantou-se apanhou um revolve do seu bolso e puxou o gatilho que tirou a sua vida em segundos.


Sousa² para a moça tão em especial


Fonte: Contos de um suicida- adaptado.

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