terça-feira, 28 de junho de 2011

A FREIRA

O som ecoado do salto que percorria todo o corredor me deixava, louco, por ele lembrar uma moça tão em especial que passou um tempo morando por la, no convento. Ela chegou numa tarde de sol, daquelas que o céu é limpo e o vento que percorria toda a igreja e deixava-a arejada e confortável para se rezar e foi isso que ela fez logo ao chegar mostrou-se muito dedicada aos serviços de deus mas mesmo com a batina que encobria todo o corpo não poderia deixar de notar aquela forma angelical escultural na carne, tão definida e trabalhada nas mãos de deus, quando abaixava-se para rezar, meu deus! O demônio invadia minha mente com pensamentos ludibriosos deixando minha fé com imbróglios entre o certo e errado, como ela mexia comigo.
Com esse sentimento de purgatório passe dias e dias, tentar me enganar com orações já não servia mais, e quando ela percorria o corredor, aquele som era fascinante, embriagava me com horas de pensamento na tal, ainda maior foi o castigo quando os nossos olhares começaram a cruzar-se e eles tornaram-se mais profundos e duradouros, criamos uma intimidade distante, abraços mais longos, íamos juntos religiosamente a missa da cidade. Certo dia numa de minhas orações matinais ela vem andando pelo corredor, seu andar era divino aproximava se de mim, cumprimentei-a e começamos uma conversa passiva quando comecei com um discurso declinando para a licitação de perdão pelos meus, pensamento inlicitos sobre o corpo dela, sabia que aquilo não era o que deus queria de mim e que deveria me perdoar por ser ainda tão frágil em fé quando fui interrompido com um de seus dedos na minha boca ocupada com a outra mão enquanto retirava todos os botões da batina deixando a mostra seu sutiã indecente preto e seus fartos seios e modelados pelo nosso pai, deitamos no chão progressivamente ela passava a sua perna na minha, ficava aberta sobre mim o demônio entrará em mim naquele momento o pecado prevalecia, ela progredia com movimentos aliciantes retirará toda a roupa e levantara a minha batina e me masturbava, dando carinho e beijos, meu deus aquilo não era pecado, eu não estava confuso aquilo era divino era o amor de deus que permanecia ali como podia aquele ato tão negado alegando ser pecado me proporcionar um encontro com algo maior, aquilo era um néctar pra minha alma, apesar da minha pouca disposição para a continuidade por mais de alguns minutos naqueles minutos passei pelo céu vira a deus , sabia que aquilo era realmente a vida no celeste, a vida, aquilo era a resposta, ou ao menos a fonte de tantas resposta que esperava.
Aquela moça tão em especial me mostrou o que nunca as minhas orações mostraram, não acredito que a tenha satisfeito com minha pouca experiência, mas, também não acredito que ela um dia possa receber o que ela pode dar, ela era capaz de dar amor, e nunca receber algo em troca talvez uma traição que iria lhe tirar a vida, talvez não conseguiria mostrar a todos o amor mas os que receberiam contariam por anos e anos que tiveram tal experiência, mas em relação a mim nunca mais há vi pois pedira a transferência para o norte e partira para lá, deixei minha missão de padroado, talvez ela nunca encontre o verdadeiro e puro prazer mas quando for acertar as contas com o maior saberá que sua missão foi cumprida, que deus a abençoe.
CONTOS DE UMS PERVERTIDOS
Sousa²

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