sábado, 27 de agosto de 2011

dissertação

A dor nas costa não passava e ele tentava lembrar como havia chegado em casa, como teria subido as escadas, tomado um banho e deitado ali, aquela dor nas costas incomodava. Acendia mais um cigarro deitado, soltava a fumaça e lembrava o quanto ela havia brincado com ele, o quanto ele pensara que poderia ter dado certo, vai em direção a geladeira e pega um copo, pensa em beber água a cede era forte, mas acaba soltando o copo corta a os dedos e sangra, sangra muito, mas ele nem liga as coisas não estavam  boas mesmo, voltou a cama deixando um rastro de sangue por onde passava, e via que aquilo lembrava mais uma vez ela, seu rosto angelical, forma de mulher perfeita ele excitava se com os devaneios que eles haviam passado, mas aquilo não passava de lembranças ela havia deixado-o simplesmente com um
- Estou envolvida com outro 
E  assim ele seguia para a cama deitou esperando o sol, nascer e apagar as mentiras que ela contou, em noites que pareciam realmente felizes, mas não.

Sousa²

Um comentário:

  1. Ela estava ela deitada na cama sozinha, confusa, tentava isolar se em seu quarto do mundo de todos os problemas em especial dele, aquele homem que ela tanto amou, e agora havia se tornado uma incerteza amorosa. Agora ele já não significava tudo àquilo que significou... e ela se perguntava se realmente havia sido amor, ou apenas atração, pois se fosse amor não teria sido abalado, pelo surgimento de um outro cara...
    “Então, nunca existiu amor entre nós?” Ela se perguntava, encolhida de baixo das cobertas.
    A sua única certeza era que esse novo cara mexia com ela de uma forma diferente, ela sentia prazer só de pensar nele, e quando estavam na cama, ele provocava-lhe orgasmos.

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