Sousa e suas historias
Prefacio
Me casei aos 22 anos ainda jovem para alguns, mas para os que me diziam isso eu apenas afirmava sobre o amor da minha vida, ou algo do tipo,agora, não sei se isso faz muito sentido pra mim essa coisa de amor da minha vida mas sem ela, a minha vida perde a graça, no sentido literal, o que seria de mim se eu chegasse em casa depois das minhas corridas horas de aulas e ela não estivesse la para desconfiar de uma pequena mancha vermelha na minha camisa e eu afirmando que era a tinta do pincel que tinha caído em mim, e ela não acreditaria e me mandaria pra fora de casa , gritaria com tudo e todos e era nessa hora, na hora da exteria, que o cachorro latiria, as crianças correriam pela a casa e ela ficaria cada vez mais ‘atacada’ e me bateria, jogando em seguida as roupas que ela conseguisse agarra com as mãos pela janela, do nosso apartamento do 5º andar, nesse momento as crianças chorariam pois eu estaria indo embora e aquilo era o fim do nosso casamento, isso faria sentido, sabe toda essa coisa de fim se não fosse toda semana com sorte durariam o tempo de paz entre agente em torno de unas duas semanas consecutivas mas, mais que isso nosso casamento já seria uma monotonia total, se as mesmas coisas toda semana, a vidinha parada de um casamento nunca tive o luxo de pronunciar isso talvez nem saiba o que seja um casamento parado e sem a emoção de uma boa saída de casa e indo parar de bar em bar, procurando me afundar em um copo de uísque ou vinho barato, pois não podia gastar muito dinheiro agora teria que morar só e pagar pensão, mas esse pensamentos logo deixam de me atormentar logo após as primeiras 10 ou 15 vezes que o tal momento acontece, mas não pensem que isso é monotonia, casamento.... Brigas... Crianças, não é sempre diferente uma das outras, com emoções e desculpas diferentes reatadas mais ajeitadas e como se fosse historia pra criança sempre sai uma lição de moral embutida em toda a trama.
Sousa²
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