quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ela se encatou com o Rock

Elvis, Beatles, Janis, Ozzy, Cazuza, Renato, passamos por beldades do rock são poucas as linhas que desertariam sobre as tais imagens e os legados que eles deixaram décadas passaram, o rock sofreu mutações e foi dado como anti-moral e anti-ético era perigoso, deixavam a sociedade drogado e prejudicava a cultura era uma peste, deveria ser exterminada, mas, na realidade ele simplesmente fazia a todos pensarem eram uma forma de expressão cultural, era uma forma de esquecer a vida que muitos passavam, ela (o rock) embalava movimentos culturais contra o governo e contra a operação, aquilo era uma religião que motivava a preservação da racionalidade e formalidade de uma massa mais igualitária deixando assim muitos dos de cima prejudicaram.
Ataques a formação do rock era corriqueira, eram tentativas de banalizar e manchar a imagem do que realmente a realidade mostrava, a mídia prejudicou muito especulando verdades para moldar um pensamento da sociedade, com imagens e ritos que davam  impressões e alienavam a verdadeira forma, nasceu assim musicas que seriam compradas da mídia aquelas que verdades e mudanças não estavam em suas letras, que sentimentos ou melhor a interpretação desses do que seria um sentimento eram o que guiava o rumo da composição, mas não precisávamos de sentimentos(não em primeiro plano) precisávamos de algo que nos guiasse que fosse nosso porto-seguro onde poderíamos meditar sobre nossas vidas, nossas dificuldades e sobre a porra do sist**(estou evitando escrever essa palavra).
O contemporâneo chegou ‘temos todo tempo do mundo’ mas a mídia nos passou de geração, para geração de uma forma sutil que o rock era pra ser divertido de uma forma retrógrada, mas ela não cometeu o mesmo erro de deixar uma parte afora do que a mídia podia lançar e usou a imagem dos antigos deixando eles presos a um passado glorioso e esquecendo-se de construir um rock novo, um com nossos dilemas e dificuldades.

 Rock Pulsa, Rock é um Metamorfo, Rock é Cultura, Rock é Vida.    

Sousa²

Um comentário:

  1. A música, seja qual estilo for, tem um poder muito grande. É a formação intelectual dos indivíduos que baliza as influencias. Músicas são pensadas, tem propósitos e objetivos.
    Os filósofos gregos derem à música um importante papel na educação e formação dos jovens. Aristóteles prevenia que "pelo ritmo e pela melodia nasce uma grande variedade de sentimentos" e que "a música pode ajudar na formação do caráter" e que "se pode distinguir os gêneros musicais por sua repercussão sobre o caráter”. Podem, por exemplo, levar à melancolia, outros sugerem o desânimo ou domínio de si mesmo, o entusiasmo ou alguma outra disposição. Platão no diálogo República, adverte que a música forma ou deforma os, caracteres de modo tanto mais profundo e perigoso quanto mais inadvertido. A maior parte das pessoas não percebe que a música tem o poder de mudar o coração dos homens, e que assim, pouco a pouco, molda a sua mentalidade. Mudando as mentalidades, a música termina por transformar os costumes, o que determina a mudança das leis e das próprias instituições. Por isto dizia Platão que é possível conquistar ou revolucionar uma cidade pela mudança de sua música. "Toda inovação musical é prenhe de perigos para a cidade inteira"... "não se pode alterar os modos musicais sem alterar, ao mesmo tempo, as leis fundamentais do Estado". (Platão, República, Livro III).

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